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Capital Intelectual: o principal ativo de uma empresa familiar

Por:  José Carlos Fonseca Ferreira

Vamos ver o que dizem os números do Google para estas palavras. Primeiro vamos colocar as palavras – knowledge management. Segundo, vamos colocar as palavras – intellectual capital. Os resultados serão para “KM”, quase 250 milhões de entradas e para “CI”, mais de 30 milhões de entradas.



Esses enormes números comprovam que “KM” e “CI” são dois assuntos significativos na administração empresarial da atualidade, sendo importante lembrar que as duas disciplinas, Knowledge Management e Intellectual Capital, estão totalmente interligadas.



Em fins da década de 1990, eu resolvi enfrentar as 400 horas necessárias, três noites por semana, para fazer um MBA em Knowledge Management (Gestão do Conhecimento em português), ministrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a coordenação do meu amigo, emérito professor Marcos Cavalcanti, diretor do Centro de Referência em Inteligência Empresarial do Coppe – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ. Valeu o sacrifício, pois foi uma excelente complementação profissional para a minha formação em engenharia e administração de empresas.



No curso, o livro utilizado que mais me impressionou foi “The Knowledge-Creating Company – How Japanese Companies Create the Dynamics of Innovation”, escrito por Ikujiro Nonaka, reitor visitante do Centro de Pesquisa em Conhecimento e Inovação da Helsinki School of Economics and Business Administration na Finlândia e Hirotaka Takeuchi e reitor da Graduate School of International Corporate Strategy da Hitotsubashi University de Tóquio no Japão. O livro, que recomendo de coração, para acionistas, gestores e sucessores de empresas familiares, já está publicado em português pela Editora Campus “Criação de Conhecimento na Empresa – Como as Empresas Japonesas Geram a Dinâmica da Inovação”.



No primeiro capítulo, “Introdução ao Conhecimento nas Organizações”, os autores fazem uma pergunta. Porque as empresas japonesas têm tido tanto sucesso ? E a resposta que dão é a seguinte; “O sucesso das empresas japonesas não é devido á sua competência de fabricação, ao seu acesso a capital barato, aos estreitos relacionamentos que tem com seus clientes, fornecedores e agências governamentais, ao emprego vitalício, ao sistema de senioridade e outras práticas de recursos humanos, apesar destes fatores serem todos importantes. No nosso entender, as empresas japonesas têm sucesso devido às suas habilidades e competências na criação do conhecimento organizacional”.



Como consultor de empresas familiares, quando eu sento com os acionistas, gestores e sucessores de meus clientes para determinar o valor do “Capital Intelectual” das suas empresas, eu trabalho em cima de uma planilha desenvolvida pela consultora especializada em Capital Intelectual e autora do livro “Intellectual Capital – Core Asset for the Third Millenium Enterprise”, Annie Brooking. Em sua planilha, ela divide o Capital Intelectual em quatro tipos de capital, a saber: 1. Ativos de Mercado; 2. Ativos Humanos; 3. Ativos de Propriedade Intelectual; 4. Ativos de Infraestrutura.



1. Ativos de Mercado: São as marcas, os clientes e a sua lealdade, os negócios recorrentes, o backlog, os canais de distribuição e os vários contratos e acordos tais como licenciamentos, franquias, etc.



2. Ativos Humanos: Os benefícios que o indivíduo pode proporcionar para as organizações por meio de sua expertise, criatividade, conhecimento, habilidade para resolver problemas, tudo visto de forma coletiva e dinâmica.



3. Ativos de Propriedade Intelectual Os ativos que necessitam de proteção legal para proporcionarem às organizações benefícios, tais como know-how, segredos industriais, copyrights e patentes.



4. Ativos de Infraestrutura: São a cultura da empresa, os sistemas de informação, os métodos gerenciais e os bancos de dados de clientes.



Acionistas, gestores e sucessores de empresas familiares precisam dar muita atenção, para a “criação do conhecimento organizacional” em suas organizações. Precisam cuidar com muito carinho e administrar estrategicamente o seu Capital Intelectual, pois ele é, sem qualquer sombra de dúvida, o principal ativo de uma empresa familiar.



José Carlos Fonseca Ferreira é consultor certificado pela International Succession Planning Association (ISPA), coordenador do Núcleo de Estudos das Empresas Familiares da ESPM e é membro do Grupo de Excelência da Empresa Familiar do CRA-SP. É autor do livro “Empresa Familiar – Como Aumentar o Valor de uma Empresa Utilizando os 10 Pilares Mestres de um Plano de Sucessão”. E-mail: jocaff@uol.com.br





Créditos:



Fonte: http://revistagestaoenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/52/artigo292595-1.asp/

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